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Todas religiões apóiam a doação de órgãos
Cristãos,
mulçumanos, judeus, budistas. Não importa o Deus nem o profeta: as
religiões apóiam tanto a doação como o transplante, considerados
como um ato de amor ao próximo. A postura das religiões - inclusive
do Espiritismo - diante da doação de órgãos é o tema principal
deste informativo.
Católicos
Romanos - De acordo com a
Igreja Católica, o primeiro transplante da história da humanidade foi feito por dois santos
no século II: São Cosme e Damião, que operaram
o sacristão de uma igreja na Sicília, o qual teve uma das pernas
amputadas por causa de uma gangrena. Os dois santos foram ao cemitério
da localidade e o único cadáver disponível foi de um negro etíope.
O transplante foi feito com sucesso e o sacristão passou o resto da
vida com uma perna de cada cor. Doar órgão, para os Católicos
Romanos, é um ato profundamente cristão.
Católicos
Ortodoxos - dissidentes
do catolicismo romano, os ortodoxos consideram inaceitável a venda de
órgão. Mas, em relação à doação, consideram uma opção
individual, já que não há nenhum problema de ordem religiosa. A
Igreja Ortodoxa Grega, recentemente, foi mais além e adotou uma
postura favorável à doação de órgãos para transplantes.
Protestantes
- "tudo aquilo que pode ajudar a remediar situações de dor, angústia
e miséria é, para nós, bom". Estas palavras do líder da
Igreja Reforma Episcopal da Espanha, bispo Arturo Sánchez, definem a
postura das diversas correntes do protestantismo. Os protestantes são
a favor da doação e do transplante, mas radicalmente contra a venda
de órgãos. Sobre isso, define o bispo Arturo Sánchez: "É
triste que a esta altura da civilização tal nível de exploração e
especulação para com o ser humano".
Testemunha
de Jeová - os Testemunha de Jeová não aceitam a transfusão de
sangue mas têm uma atitude diferente em relação a doação e
transplante. Os seguidores dessa corrente do protestantismo consideram
que, neste caso, não devem se guiar por preceitos religiosos e sim
de acordo com a consciência de cada um.Os Testemunhas de Jeová
aceitam transplante, desde que não haja transfusão de sangue de um
corpo para outro. Por isso no caso de córnea não existe nenhum
impedimento de ordem religiosa.
Evangélicos
- para os Evangélicos, a doação de órgãos é um ato de amor, sempre
generoso. Mas desde que seja voluntário. Os Pastores Evangélicos
defendem fundamentalmente, a liberdade de consciência. A doação
pode ser considerada um tema relacionado com as implicações de toda
uma sociedade e, como tal, diante dessa questão - a doação - os pastores
se pronunciam favoravelmente.
Judeus
- A doação e
o transplante são combatidos pelos judeus ortodoxos, mas o Estado de
Israel tem uma prática inversa: com exceção do Hospital Religioso
Shaare Tzedek, de Jerusalém, todos os outros hospitais fazem transplantes.
A consciência de que doar órgão é importante parte do próprio
governo israelense: sempre que um motorista tem que renovar a carteira
de habilitação, recebe em casa, junto com os formulários burocráticos,
um documento pedindo que ele seja doador de órgãos. "É indiscutível
que, quando se doa um órgão a um doente, se está fazendo Jésed,
que quer dizer "um ato de justiça e misericórdia" - define
o Rabino Pinjas Breneer.
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Central de Transplantes
realiza campanha pró-doação de medula óssea nos quartéis da 7ª Região
Militar
A Central de Transplantes,
com o apoio da 7ª Região Militar, tem realizado intensa campanha de
cadastramento de doadores voluntários de medula óssea para o Redome
nos quartéis do exército na região metropolitana e interior. Esta
campanha visa aumentar o percentual de doadores do Nordeste no Redome
que é o banco de dados nacional de doadores de medula óssea,
aumentando, dessa forma, a chance dos pacientes de nossa região de
encontrar doador compatível. A participação tem sido entusiástica por
parte dos militares, demonstrando, assim, seu compromisso com o social
e a promoção da cidadania.
IMIP e Central de Transplantes promovem
campanha de sensibilização à doação de órgãos

A
Campanha pela Doação de Órgãos do IMIP, em parceria
com a
Central de Transplantes de Pernambuco (CT-PE), já está nas ruas.
Durante três meses (agosto, setembro e outubro) haverá a publicação de
outdoors, outbus, peças publicitárias para jornais impressos, distribuição de
panfletos e veiculação de vídeos nos canais de televisão. O principal slogan
da campanha, idealizada pela Ampla, é "Órgão que não é doado é
desperdiçado".
Esta será a segunda
fase da ação. A primeira aconteceu de 21 a 28 de julho
dentro do IMIP. Para isto, a Comissão Intra-Hospitalar de
Doação de
Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do IMIP organizou uma série
de
atividades como depoimento de transplantados, palestras e montagem
de estandes de entidades ligadas a doação de órgão como da Associação
Pernambucana de Apoio aos Doentes de Fígado (APAF), Registro de
Doadores de Medula Óssea (REDOME) e Central de Transplantes
Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope) e
Agência Transfunsional do IMIP.
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Central
de Transplantes realiza I Semana Estadual de
Incentivo à Doação de Órgãos
Instituída
pela Lei Estadual 13.412 de 14 de março de 2008, foi realizada a
I Semana de Incentivo à Doação de
Órgãos, cuja abertura se deu em 24/09/08 no auditório do Hospital da
Restauração, ocasião em que a coordenadora da Central de Transplantes, Dra.
Cristina Menezes, fez uma exposição do panorama dos transplantes em
nosso Estado. Também foi feita
uma homenagem ao Hospital da Restauração que recebeu, na pessoa
do diretor Dr. Américo Ernesto, o título de hospital "amigo do
transplante". Esta homenagem será realizada todos os anos, escolhendo
sempre pessoas físicas ou instituições que pela sua atuação relevante
contribuíram para o desenvolvimento dos transplantes em Pernambuco. A
programação do evento teve continuidade com uma sensibilização para a
doação de órgãos na avenida Agamenon Magalhães, constando de
panfletagem com a presença de arte-educadores. Em 25/09/08, aconteceu
na Faculdade Maurício de Nassau, evento envolvendo palestras,
panfletagem e realização de cadastramento de doadores voluntários de
medula óssea. No sábado, dia 26/09/08, foi promovida grande caminhada
intitulada "Doe Órgãos. Doe Vida" na cidade de Olinda, numa iniciativa
da ONG Movimento de Integração Comunitária (MIC) com apoio da Central
de Transplantes. Ao final da caminhada, iniciada em frente a
Prontolinda, ocorreu show com a presença de diversos artistas locais
como Ed Carlos e Cristina Amaral. O encerramento da campanha aconteceu
no Marco Zero da cidade de Caruaru com sensibilização, constando de
distribuição de material educativo de incentivo à doação de órgãos
para o público presente.
Diretor do HR discursa na homenagem
Cadastro de doadores voluntários de medula óssea no Hospital da
Restauração

Arte-educadores participam de sensibilização no
HR
Caminhada "Doe órgãos. Doe Vida" em Olinda

Atividade no Centro Comercial de Caruaru
Equipe da Central de Transplantes e voluntários no encerramento
da campanha em Caruaru
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Palestra Terminalidade
e Vida emociona a todos
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Abordando os
diversos aspectos da terminalidade da vida no contexto da doação
de órgãos. o Dr. Francisco Cajazeiras, médico cearense,
professor universitário e autor de 14 livros sobre os mais
variados assuntos à luz da doutrina espírita,
emocionou a todos que participaram do evento na manhã de sábado
(13 de agosto de 2008) no auditório da Funape.
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Campanha de incentivo à doação de medula óssea
chega a 23.000 cadastrados
A campanha
permanente de cadastramento de doadores voluntários de medula
óssea, promovida pela Central de Transplantes com apoio do HLA
Diagnóstico, atingiu o número de 23.000 cadastrados até setembrode
2008,
contribuindo, dessa forma, para aumentar as chances dos
pacientes do Nordeste em encontrar doadores compatíveis. O
paciente com indicação de transplante de medula óssea tem 20% de
chance em conseguir doador compatível na família, se não tiver
êxito, será inscrito no Rereme (Registo Nacional de Receptores
de Medula Óssea), administrado pelo Instituto Nacional do Câncer
(Inca), onde aguardará doação de medula, tendo suas chances
reduzidas para 1 em 100.000. Daí a importância de aumentar o
número de doadores voluntários no Nordeste, uma vez que, devido
a grande miscigenação racial em nossa região e a pouca
participação de doadores nordestinos no Redome (Registro
Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) torna-se muito
difícil encontrar doadores compatíveis para os pacientes de
nossa região.
Clique aqui e acesse planilha com
os números!
Cadastramento para o Redome em Surubim
Cadastramento para o Redome em Goiana
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Portaria
altera critério de distribuição na lista de fígado
Portaria
do Ministério da Saúde (clique aqui para acessar o
texto),
publicada em 31/05/2006, modifica
os critérios de distribuição de fígado de doadores cadáveres para
transplante, implantando o critério de gravidade de estado clínico
do paciente.Para
aferir essa variável será adotado o sistema MELD -Model for
End-stage Liver Disease / PELD Pediatric End-Stage Liver Disease. O
novo critério entrará em vigência em 45 dias, a partir da publicação
da Portaria, em todo o território nacional. Tanto os pacientes já inscritos quanto os que
venham a ser inscritos após a implantação do sistema, estarão
sujeitos às novas regras de alocação de órgãos. As inscrições
no cadastro atual de receptores de fígado em lista de espera,
efetuadas antes da publicação desta Portaria, serão mantidas e
estarão sujeitas aos novos critérios definidos para alocação dos
órgãos ofertados.
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